Alívio para uma dor que parece imensurável.

Por Raquel Benachio- Psicóloga e Tanatóloga

Sem dúvida na Clínica Elegance pensamos sempre no melhor dos nossos clientes e parceiros, preocupados com a excelência no atendimento sempre inovando, buscando novas tecnologias e sem dúvida ampliando as informações sobre diversos assuntos atuais. E nesse mês de aniversário da nossa clínica muitas são as promoções, eventos e as possibilidade de deixar nossos clientes  satisfeitos e por  acreditar que a informação também é um belo presente que , nesse mês que é voltado ao combate ao suicídio,  resolvemos proporcionar conhecimento psicológico sobre o tema.

O suicídio é um fenômeno complexo que atinge a todos indistintamente e ao se manisfestar não aborda apenas a vítima,  mas seus familiares e amigos próximos. É um problema de saúde pública que precisa de atenção e cuidados. Infelizmente não é uma tarefa fácil, pois são muitas as facetas desse processo, justamente por não se ter uma única via de regra, um único aspecto que pode ser observado ou controlado, ele resulta de uma complexa interação de fatores biológicos, genéticos, psicológicos, sociais, culturais e ambientais. É sem dúvida um dos grandes temores dos profissionais da área da saúde , assim como eu Psicóloga e Tanatóloga, entretanto de nada adianta somente filosofar sobre o assunto,  pois existem medidas estudadas e comprovadas que ajudam qualquer pessoa à auxiliar uma pessoa em imenso sofrimento, porque embora não se possa definir os critérios que  a pessoa escolheu para essa ação, sem dúvida alguma, a maioria dos profissionais concordam que a solidão está implícida ou explícita e  num processo contínuo cobalora com o sofrimento psíquico e, sem dúvida é tão doloroso que a morte ocupa o lugar de uma tentativa de luta, salvação, resgate ou qualquer coisa que minimize ou apague esse momento. É como se a morte fosse um ativo possível para “viver” dignamente.

Desta forma quando uma pessoa estiver vivendo situações de muito estresse, sofrendo de depressão, apresentar doenças crônicas ou distúrbios psiquiátricos, deve buscar ajuda profissional, muitas vezes a psicoterapia é  com certeza um viés de suporte.   Pois os sentimentos de tristeza e desamparo podem ser tratados e a desesperança poderá dar lugar para a motivação, alegria e vontade de superar.        Nem a pessoa, nem a família devem se sentir  envergonhada ou com medo de buscar esclarecimento e colaboração, os profissionais podem servir como alívio. Alívio para uma dor que parece imensurável!

Fonte Organização Mundial da Saúde

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